25 de março de 2012

Três atos

Ontem eu sou para o mundo o relojoeiro para o relógio. Sou eu quem consertará o mundo.

Hoje sou aquele que tanto deixou pra depois. Sou o caminheiro que, sob a chuva, fitou o horizonte, vislumbrando aberturas de sol ao longe.

Amanhã sou o curvado e penso: não há mais força, não há mais tempo.

2 comentários:

http://guiaprouni.blogspot.com.br/ disse...

Curto, porém muito bom e muito melancólico o poema...

http://guiaprouni.blogspot.com.br/ disse...

aproveito para dar os parabéns pelo trabalho!