Ontem eu sou para o mundo o relojoeiro para o relógio. Sou eu quem consertará o mundo.
Hoje sou aquele que tanto deixou pra depois. Sou o caminheiro que, sob a chuva, fitou o horizonte, vislumbrando aberturas de sol ao longe.
Amanhã sou o curvado e penso: não há mais força, não há mais tempo.
2 comentários:
Curto, porém muito bom e muito melancólico o poema...
aproveito para dar os parabéns pelo trabalho!
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